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DICAS DE
REFRIGERAÇÃO COMERCIAL
Tabela de
diagnósticos das avarias nas unidades de refrigeração
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Disfunção Averiguada
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Provável Causa
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Intervenção Sugerida
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| 1-
O compressor monofásico zumbi continua, mas não parte
(O motoprotetor intervém de forma cíclica). |
1.1-
Tensão de linha inferior aos limites de tolerância.
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1.1-Medir
a tensão na saída do contador: Se for inferior aos limites
de tolerância requerer a intervenção da companhia
fornecedora de eletricidade. Se ao contrario as tenções
estiverem nos limites, verificar se houve queda de tensão
na entrada do compressor quando o compressor zumbi, mas não
parte. Se houver queda de tensão tem-se a demonstração
que a linha é de seção insuficiente. Substituir a linha
com outra de seção adequada. Se a tensão insuficiente não
se deve a linha interna e se a diminuição não for temporária,
pode-se incrementar o torque de arranque do compressor (caso
este seja do tipo de PSC) instalando um conjunto que
compreende um
capacitor de arranque e um relê, transformado assim o
sistema de partida do compressor de PSC a CRS.
Se
ao contrário o compressor tem um sistema de arranque do tipo
RSIR, sua transformação em CSIR é quase sempre desaconselhável
pois não é homologada pelo fabricante do compressor.
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1.2-
Falta calibragem das pressões durante a parada rápida
do compressor (de modelo a dupla baixa no sistema capilar).
Paradas demasiadas breves são imputáveis a um termômetro
com diferencial demasiado limitado.
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1.2-
Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo
ou aplicar o termostato com diferencial regulável.
Eventualmente desensibilizar o elemento sensível do
termostato existente, para não exceder cinco intervenções
horárias.
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| 1.3-
Relé de arranque defeituoso ou não estando conforme
as especificações do fabricante do compressor. |
1.3-
Procurar instalar um novo relé e ter o cuidado que a
escrita TOP (alto em inglês) fique no alto do relê
instalado.Se o relê original for do tipo
amperométrico e não se encontrar a peça adequada,
pode-se instalar um relê no estado sólido até uma
potencia do compressor de 500W absorvidos.
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| 1.4-
Capacitor de partida defeituoso ou com tensão de
etiqueta inferior àquela indicada pelo fabricante do
compressor. Capacitor de marcha defeituoso. |
1.4-
Procurar instalar novos capacitores.
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| 1.5-
Conexões elétricas erradas porque manuseadas. |
1.5-
Restabelecer as ligações conforme os esquemas originais. |
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1.6-
Enrolamento do motor elétrico defeituoso.
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1.6-
Desligar os cabos de alimentação das baterias
de bornes do compressor e averiguar com um ohmímetro
, se a resistência do enrolamento de partida
e daquele de marchas estão corretas; averiguar o
isolamento de massa (teste da rigidez dielétrica). Se os
testes indicarem uma disfunção do enrolamento consertar ou
substituir o compressor.
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1.7-
Compressor travado mecanicamente ou os acoplamentos árvore-bronzinas
não são bastante lubrificados.
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1.7-
Pode ser feita uma tentativa de destravar o compressor
ligando-o provisoriamente de forma que o motor elétrico
receba um impulso que o leva a rodar no sentido contrário
ao normal. Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou
substituir o compressor.
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1.8-Unidade
sobrecarregada de refrigerante.
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1.8-
Descarregar para fora o refrigerante em excesso com a maior
lentidão, de um lugar da unidade onde haja somente presença
de gás. No caso de se tratar de sistema hermético sem
registro. Utilizar um registro perfurador aplicado ao tubo
de serviço do compressor. Dosar a carga por meio das indicações
do indicador de
passagem de liquido. Se este não estiver instalado, o mesmo
levantamento pode ser feito utilizando um indicador de
passagem de liquido de ultra-som, aplicado temporariamente
no inicio da linha de liquido.
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| 1.9-
Motoprotetor defeituoso. |
1.9-
Verificar que a corrente de arranque e aqueles de marcha
estejam nos limites previstos
pelo fabricante do compressor. Verificar também a
temperatura do compressor.A ausência de sobrecarga ou de
superaquecimento evidente
demonstram que o dispositivo motoprotetor é insuficiente.
Para os sistemas de proteção diferente proceder como
segue:
Motoprotetor
termoamperométrico ou termostático externo (clixon)
:substituir o motoprotetor.
Motoprotetor
termoamperométrico embutido no compressor: substituir o
compressor.
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2.0-O
compressor trifásico tenta mas não parte
(O
motoprotetor intervém forma cíclica)
Neste
contexto com apalavra compressor entenderemos
moto-compressor hermético ou semi-hermético e nunca
compressor de tipo aberto. As definições e as conclusões
aqui referidas aos compressores herméticos
e semi-herméticos , se devidamente interpretadas são
também válidas para os compressores abertos. Por exemplo:
“constatada a interrupção do
enrolamento, consertar e substituir o compressor”
deve-se entender como “constatada a interrupção do
enrolamento, consertar ou substituir o motor elétrico de
tração”.
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2.1-
Falta uma das três fases de alimentação.
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2.1-
A falta de fase pode ser verificada medindo a tensão entre
as três fases na bateria de bornes do compressor. Portanto
verificar toda a linha de alimentação a partir da entrada
do contador. É provável encontrar a interrupção de um
fusível ou um desgaste de um binário de contatos do
contador ou
bornes frouxos.
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2.2-
Tensão da linha inferior aos limites de tolerância.
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2.2-
Verificar a tensão de cada uma das três fases no contador,
se for inferior aos limites de tolerância ou se houver
desequilíbrio entre as três fases requerer a intervenção
da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário não
for levantada anomalia nenhuma, verificar a tensão de cada
uma das três fases nos
bornes do compressor em quanto este tenta, mas não parte.
Se houver queda de tensão nos bornes do compressor temos a
demonstração que a linha entre o contador e o compressor
é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de
seção adequada.
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2.3-
Interrupção do enrolamento do motor elétrico.
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2.3-
Desligar os cabos de alimentação da bateria de bornes do
compressor e verificar que a resistência dos três
enrolamentos esteja equilibrada. Se o teste indicar um
desequilíbrio, consertar ou substituir um compressor.
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2.4-
Enrolamento do compressor em curto com massa.
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2.4-
Testar o isolamento de massa. Se for insuficiente consertar
ou substituir o compressor.
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2.5-
Compressor travado mecanicamente.
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2.5-
É inútil destrava-lo invertendo a seqüência das fases na
bateria de bornes. O compressor deve ser consertado ou
substituído.
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| 2.6-
Motoprotetor não calibrado adequadamente ou
defeituoso. |
2.6-Em
primeiro lugar verificar que a corrente de arranque e
aquela de marcha estejam nos limites previstos pelo
fabricante do compressor. Controlar também a temperatura do
compressor.A ausência de sobrecargas ou de um
superaquecimento evidente
demonstram que um dispositivo motoprotetor é
ineficiente.Para os diferentes sistemas de proteção
proceder da seguinte forma:
Motoprotetor
termoamperométrico ou termostático externo
(clixon):Substituir o motoprotetor.
Motoprotetor
termoamperométrico embutido no compressor:Substituir o
compressor.
Motoprotetor
no quadro (relê térmico): verificar calibragem e se ela
corresponde à corrente de marcha do compressor substituir o
relê térmico.
Motoprotetor a termistores: substituir o módulo eletrônico
com outro novo, verificando que a corrente absorvida pela
bobina do disjuntor que comanda o compressor não seja
superior àquela permitida pelo fabricante do módulo eletrônico.
Se a disfunção persistir, significa que um dos termostores
no enrolamento do compressor está interrompido (o teste da
continuidade do circuito feito com um ohmímetro que tem nas
extremidades a tensão máxima de 1.5 Volt indica resistência
infinita). Uma alternativa ao conserto do compressor é
representada pela aplicação, a jusante do disjuntor, de
uma relê térmico devidamente calibrado.
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| 3.0-
O compressor pára por intervenção do protetor térmico. |
3.1-
Condensador ineficiente. |
3.1-
Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto de
aletas deformadas com um pente de aletas. Se for resfriada a
água, tirar as incrustações dos passadores de água com
soluções adequadas ou escovar os feixes de tubos.
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| 3.2-
Unidade sobrecarregada de refrigerante. |
3.2-
Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima,
de um lugar da unidade haja somente gás. No caso de um
sistema hermético sem registros, utilizar um registro
perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar
as cargas através das indicações do passador de liquido.
Se este não for instalado, o mesmo tipo de levantamento
pode ser feito utilizando um indicador de passagem
de liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no
inicio da linha de liquido.
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|
3.3-
Presença de ar no sistema.
|
3.3-
Efetuar o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação
bastante complexa que requer bastante experiência. Às
vezes é conveniente descarregar a unidade interna,
esvazia-la e carrega-la novamente, dosando a carga como
indicado no parágrafo precedente.
|
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3.4-
Fluxo de ar insuficiente no condensador resfriado a
ar.
|
3.4-
Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência dos
motores, sentido de rotação, situação das ventoinhas).
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|
3.5-
Recirculação de ar quente no condensador
resfriado a ar. Uma parte de ar aspirado pelos
ventiladores não é fresca mas sim de recirculação, em
conseqüência do fato que o condensador é instalado
num espaço demasiadamente pequeno ou condensador é
protegido por uma chapa furada que obstrui o fluxo de ar
excessivamente.
|
3.5-
Corrigir o arranjo da umidade condensadora e do condensador.
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|
3.6-
Fluxo de água insuficiente no condensador resfriado
à água.
|
3.6-
Averiguar a calibragem e a eficiência das válvulas
pressostáticas , limpar os filtros da tubulação de adução,
verificar que todos os registros na adução estejam abertos
, medir a pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água
insuficiente for à conseqüência de uma diminuição de
pressão não temporária, considerar a possibilidade de
inserir uma bomba de circulação ou instalar uma torre de
resfriamento. Se a água de resfriamento provém de uma
torre, verificar a eficiência desta.
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3.7-
Oclusão parcial da linha de descarga.
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3.7-
Verificar a posição dos registros da linha de
descarga. O enforcamento da seção da passagem pode também
ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por
um excesso de liga de brassagem).
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3.8-
Pressão de sucção demasiado elevada em relação
à pressão prevista de evaporação.
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3.8-
Averiguar a calibragem da válvula reguladora de
pressão de sucção. Se a unidade for equipada com uma válvula
de expansão com carga convencional e não estiver presente
uma válvula reguladora de pressão de sucção, verificar
que o bulbo termostático da válvula de expansão seja bem
fixado à tubulação de sucção e seja adequadamente
revestida. Apurar que a válvula seja calibrada corretamente
(superaquecimento entre 4 e 8ºC) e não seja de potência
excessiva. Se a unidade for equipada com válvula de expansão
com carga MOP, a pressão de sucção excessiva pode ser
causada pela abertura demasiada da própria válvula, pode não
ser calibrada adequadamente (superaquecimento insuficiente)
ou pode ser de potência excessiva. Tomar as devidas providências.
Se a unidade for do tipo capilar, a pressão de sucção
excessiva é causada por carga em demasia.
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3.9-
Motoprotetor com calibragem inadequada ou defeituosa.
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3.9-
Verificar que a corrente de partida e aquela de
marcha esteja nos limites
previstos pelo fabricante do compressor. Verificar
também a temperatura do compressor. A ausência de
sobrecargas ou de um superaquecimento evidente demonstram
que o dispositivo motoprotetor é insuficiente. Para os
sistemas de proteção diferentes proceder como segue:
Motoprotetor
termoamperométrico ou termostático externo
(clixon):Substituir o motoprotetor
Motoprotetor
termoamperométrico embutido no compressor: Substituir o
compressor.
Motoprotetor
no quadro (relê térmico):Verificar a calibragem e se ela
corresponde a corrente de marcha do compressor substituir o
relê térmico
Motoprotetor
a termistores:Substituir o módulo eletrônico com outro
novo, verificando que a corrente absorvida pela bobina do
disjuntor que comanda o compressor não seja superior aquela
permitida pelo fabricante do módulo eletrônico. Se a
disfunção persistir, significa que um dos termistores no
enrolamento do compressor
é interrompido (o teste de continuidade do circuito
é feito com um ohmímetro que tem nas extremidades a tensão
máxima de 1,5 Volt indica resistência infinita). Uma
alternativa no conserto do compressor é representada pela
aplicação , a jusante do disjuntor, de um relé térmico
devidamente calibrado.
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3.10-
Tensão de linha inferior aos limites de tolerância.
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3.10-
Verificar a tensão de cada uma das três fases no
contador, se for inferior aos limites de tolerância e se
houver desequilibro entre as três fases requerer a intervenção
da companhia fornecedora de eletricidade. Se ao contrário a
tensão entre as fases estiver nos limites, verificar que não
a queda de tensão na entrada do compressor enquanto o
compressor gira. Se houver queda de tensão tem-se a
demonstração que a linha entre o contador e o compressor
é de seção insuficiente. Substituir a linha com outra de
seção adequada.
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3.11-
Enrolamento do motor em curto-circuito
|
3.11-
Consertar ou substituir o compressor.
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| 3.12-
Acoplamento árvore-bronzinas não lubrificado
satisfatoriamente ou princípio de gripagem do acoplamento
pistão-cilindro. |
3.12-
Consertar ou substituir o compressor.
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| 3.13-
Linha trifásica desbalanceada. |
3.13-
Verificar se as tensões entre as fases de linha estejam
balanceadas. Caso negativo requerer a intervenção da
companhia fornecedora de eletricidade.
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3.14-
Temperatura do compressor muito elevada.
|
3.14-
Verificar se o compressor esteja adequadamente resfriado
(circulação de ar natural), ventilador suplementar, camisa
de circulação de água, etc,) e se sua superfície esteja
limpa.
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|
3.15-
Ligações elétricas erradas e montagem elétrica de
arranque.
|
3.15-
Verificar as conexões segundo o esquema fornecido pelo
fabricante do compressor. Verificar que o relê de arranque
seja colocado de forma que a escrita TOP (alto em inglês)
fique na parte alta do relê instalado.
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| 3.16-
Relê ou condensador de marcha ou de arranque defeituoso ou
não adequado para o compressor específico. |
3.16-
Procurar instalar um novo relê e ter cuidado que a escrita
TOP (alto em inglês) fique na parte alta do relê
instalado.Se o relê original for do tipo amperométrico e não
se encontrar a peça adequada , pode-se instalar um relê no
estado sólido até uma potencia do compressor de 500W
absorvidos. Tentar substituir os condensadores.
|
| 4.0-Os
contatos de relê de arranque deterioram rapidamente e ficam
colados. |
4.1- O
numero das intervenções horárias do compressor é muito
elevado (superior a cinco). Diferencial do termostato muito
e limitado. |
4.1-
Substituir o termostato com outro diferencial mais amplo ou
aplicar o termostato com diferencial regulável.
Eventualmente ajustar o elemento sensível do termostato
existente , para não exceder cinco intervenções diárias. |
| 4.2- A
resistência que liga os dois terminais do condensador de
arranque é interrompida ou inexistente. |
4.2-
Aplicar uma resistência de 15 a 18 K 2W cuidando
particularmente das soldagens de estanho
de seus terminais aos terminais do condensador. |
| 5.0-
O condensador de arranque se queima. |
5.1-
Falta de equilíbrio das pressões durante a parada
muito breve do compressor . Paradas muito breves são imputáveis
e um termostato com diferencial muito limitado. |
5.1-
Substituir o termostato com outro de diferencial mais amplo
ou aplicar o termostato com diferencial regulável.
Eventualmente desencibilizar o elemento sensível do
termostato existente, para não exceder cinco intervenções
horárias. |
| 5.2-
Relê de arranque defeituoso ou não conforme as
especificações do fabricante do compressor. |
5.2- Procurar instalar
um novo relê e ter o cuidado que a escrita TOP (alto em
inglês) fique na parte alta do relê estalado.Se o relê
original for do tipo amperométrico e não se encontrar a peça
adequada , pode-se instalar um relê no estado sólido até
uma potência do compressor de 500W absorvidos
|
| 5.3-
Condensador de partida defeituoso ou com tensão de
etiqueta inferior aquela prescrita pelo fabricante do
compressor. |
5.3-
Instalar como tentativa um novo condensador. |
| 5.4-
Ligações elétricas erradas por terem sido
manipuladas. |
5.4-
Restabelecer as ligações de acordo com os esquemas
originais. |
| 5.5-Enrolamento
do motor elétrico defeituoso. |
5.5- Desligar os cabos
de alimentação da bateria de bornes do compressor e
averiguar com um ohmímetro, se a resistência do
enrolamento de partida e daquele de marcha estão
corretas:averiguar o isolamento de massa (teste da rigidez
dielétrica) . Se os testes indicarem uma disfunção do
enrolamento, consertar ou substituir o compressor.
|
| 5.6-Compressor
travado mecanicamente ou os acoplamentos árvore-bronzinas não
são bastante lubrificados. |
5.6-Pode
ser feita uma tentativa de destravar o ligando-o
provisoriamente de forma que o motor elétrico receba um
impulso que o leve a lidar no sentido contrário ao normal.
Se a tentativa for falha, deve-se consertar ou substituir o
compressor. |
| 5.7 -A
unidade esta sobrecarregada de refrigerante. |
5.7-
Descarregar para fora o refrigerante em
excedência com a maior lentidão, para um lugar da
unidade onde haja somente presença de gás. No caso de se
tratar de sistema hermético sem registro, utilizar um
registro perfurador aplicado ao tubo de serviço do
compressor. Dosar a carga por meio de indicações do
indicador de passagem de liquido. Se este não estiver
instalado, o mesmo levantamento pode ser feito utilizando um
indicador de passagem de liquido de ultra-som, aplicado
temporariamente no início da linha de liquido. |
| 5.8-
Os contatos do relê de arranque estão colados. A
resistência que liga os dois terminais
do condensador de arranque é interrompidas ou
inexistente. |
5.8-
Aplicar uma resistência de 15 a 18 kW, 2W cuidando
particularmente das soldagens de estanho de seus terminais
aos terminais do condensador. |
| 6.0- O
condensador de marcha entra em curto-circuito |
6.1-Condensador
não esta conforme as especificações do fabricante do
compressor. |
6.1-
Substituir o condensador com outro de acordo com as
especificações do fabricante do compressor.Em fase de
montagem ter o cuidado para que o terminal
marcado com um selo vermelho seja ligado ao terminal
R (marcha) do compressor monofásico.
|
| 7.0-
O compressor não parte e não é possível perceber nenhum
zumbido, mesmo que na tomada ou no quadro chegue corrente e
o termostato seja regulado numa temperatura mais baixa
daquela existente na câmara refrigerada. |
7.1-
Intervenção de um dispositivo elétrico de proteção
ou de segurança de tipo de ligação manual.Funcionamento
defeituoso de um dispositivo automático de proteção. |
7.1
Apertar os botões de ligação manual dos pressostatos e do
relê térmico. Verificar a integridade dos dispositivos
automáticos de proteção. |
| 7.2-
O elemento bulbo -fole do termostato descarregou , o
circuito elétrico fica aberto. |
7.2
-Substituir o termostato. |
| 7.3-
O disjuntor não se excita pela interrupção de sua
bobina . |
7.3-
A certeza da interrupção tem-se averiguando a
presença de tensão nas extremidades da bobina. Substituir
a bobina interrompida. |
| 7.4- A
linha de alimentação do compressor é interrompida. |
7.4-
Desligar a linha da suas extremidades e verificar sua
continuidade de circuito. |
| 7.5-
O enrolamento do motor elétrico é interrompido. |
7.5-
Verificar a continuidade do circuito do enrolamento.
Consertar ou substituir o compressor. |
| 8.0-
Os períodos de parada do compressor são muito breves ou o
compressor efetua mais de cinco intervenções por hora. |
8.1-
Diferencial do termostato muito limitado. |
8.1-
Substituir o termostato com outro de diferencial mais
amplo ou aplicar o termostato com diferencial regulável.
Eventualmente ajustar elemento sensível do termostato
existente. |
| 8.2-
Infiltração grande de calor na câmara refrigerada. |
8.2-
Nas câmaras de temperatura baixa as paradas rápidas
do compressor são imputáveis a estanqueidade insuficiente
das portas isotérmicas. A dificuldade se elimina
averiguando dobradiças e fechaduras. |
| 8.3-
As válvulas do compressor têm uma estanqueidade perfeita. |
8.3-
Verificar a vedação das válvulas por meio de um
vacuômetro aplicado na sucção do compressor. Um aumento rápido
da pressão de sucção na parada do compressor denuncia uma
vedação imperfeita das válvulas. Se essa disfunção não
compromete o rendimento do compressor, a imperfeição pode
ser corrigida aplicando uma válvula de retenção na linha
de sucção ou naquela de descarga. |
|
9.0- A pressão de
descarga é muito elevada.
(verificar-se a intervenção
eventual do motoprotetor ou do pressostato de pressão alta)
|
9.1-
Condensador ineficiente. |
9.1-
Se o condensador é resfriado a ar, limpar o conjunto
de aletas e eventualmente endireitar as aletas deformadas
com um pente de aletas . Se for resfriado a água, tirar as
incrustações dos passadores com soluções adequadas ou
escovar o feixe de tubos. |
| 9.2-
Fluxo de ar insuficiente no condensador resfriado a
ar. |
9.2-
Verificar a eficiência dos ventiladores (eficiência
dos motores, sentido de rotação, estado das ventoinhas). |
| 9.3-
Recirculação de ar quente no condensador resfriado
a ar. Uma parte de ar resfriada pelos ventiladores não é
fresca mas sim de recirculação, isto é conseqüência do
fato que o condensador foi instalado num espaço muito
pequeno ou o condensador esta protegido por uma capa furada
que freia o fluxo de ar excessivamente. |
9.3-
Corrigir o arranjo da unidade condensadora ou do
condensador. |
| 9.4-
Fluxo de água insuficiente no condensador resfriado
à água. |
9.4-Averiguar
a calibragem e a eficiência das válvulas pressostáticas,
limpar os filtros na tubulação de adução, verificar que
todos os registros na adução estejam abertos, medir a
pressão da rede hídrica. Se o fluxo de água insuficiente
for à conseqüência de uma diminuição de pressão temporária
, considerar a possibilidade de inserir uma bomba de circulação
ou instalar uma torre de resfriamento . Se a água de um
resfriamento provém de uma torre, verificar a eficiência
desta. |
| 9.5-
Presença de ar na unidade. |
9.5-Efetuar
o expurgo do circuito. O expurgo do ar é uma operação
bastante complexa que requer bastante experiência. Às
vezes é conveniente
descarregar a
unidade inteira, esvazia-la e carrega-la novamente, dosando
a carga como indicado no parágrafo 9.8 |
| 9.6-
Oclusão parcial da linha de descarga. |
9.6-
Verificar a posição dos registros da linha de
descarga. O enforcamento da seção de passagem pode também
ser provocado por uma junção imperfeita (por exemplo por
um excesso de liga de brassagem) |
| 9.7-
Pressão de sucção muito elevada face à pressão
de evaporação prevista. |
9.7-
Averiguar a calibragem da válvula reguladora
da pressão de sucção. Se a unidade for equipada
com uma válvula de expansão com carga convencional e não
estiver presente uma válvula reguladora de pressão de sucção,
verificar que o bulbo termostático da válvula de expansão
esteja bem fixado a tubulação de sucção e esteja
adequadamente revestida . Apurar que a válvula esteja
calibrada corretamente (superaquecimento entre 4 e 8 ºC) e
não seja de potência excessiva. Se a unidade for equipada
com válvula de expansão com carga MOP, a pressão de sucção
excessiva pode ser causada pela abertura demasiada da mesma
válvula, , por não ser calibrada adequadamente
(superaquecimento insuficiente) ou por ser de potência
excessiva. Tomar as devidas providências. Se a unidade for
de tipo capilar, a pressão de sucção excessiva é causada
por carga em demasia. |
| 9.8-
Unidade sobrecarregada de refrigerante. |
9.8-
Descarregar o refrigerante para fora com lentidão máxima,
para um lugar da unidade onde haja somente gás. No caso de
um sistema hermético sem registros, utilizar um registro
perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar
a carga através as indicações do passador de líquido. Se
este não estiver instalado, o mesmo tipo de levantamento
pode ser feito utilizando um indicador de passagem de
liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da
linha de liquido. |
|
10.0-
A pressão de sucção é muito elevada em relação
pressão de evaporação prevista.
(Há
eventual intervenção do motoprotetor. Pode-se
manifestar também o congelamento parcial do compressor e o
batimento dos pinos)
|
10.1-Válvula
reguladora da pressão de sucção não esta nos padrões da
calibragem. |
10.1-Aplicar
um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a uma pressão
que permita evitar sobrecargas no compressor em fase de
arranque. |
| 10.2-Bulbo
da válvula de expansão termostática não esta bem fixado
a tubulação de sucção. |
10.2-
Providenciar a fixação do bulbo da válvula de
expansão à tubulação de sucção. Usar as devidas
bainhas metálicas. |
| 10.3-Bulbo
da válvula de expansão termostática investido por uma
corrente de ar. |
10.3-Isolar
o tubo com fita impermeabilizadora adesiva. |
| 10.4-Válvula
de expansão excessivamente
aberta (superaquecimento insuficiente) |
10.4-
Retirar a válvula de modo que o superaquecimento
fique entre 4 e 8 ºC. |
| 10.5-
Válvula de expansão de potência excessiva. |
10.5-Substituir
a válvula com outra de potência adequada aquela do evaporador. |
| 10.6-Carga
de refrigerante em excesso (nos sistemas com capilar) |
10.6-Descarregar
o refrigerante para fora com lentidão máxima, para um
lugar da unidade onde haja somente gás. No caso de um
sistema hermético sem registro, utilizar um registro
perfurador aplicado ao tubo de serviço do compressor. Dosar
a carga através do indicador do passador de liquido. Se
este não estiver instalado, o mesmo tipo de levantamento
pode ser feito utilizando um indicador de passagem de
liquido de ultra-som, temporariamente aplicado no início da
linha de liquido. |
|
11.0-
A pressão de sucção é muito baixa em relação à
pressão de evaporação prevista.
(Há
eventual intervenção do pressostato de pressão baixa).
|
11.1-
Evaporador gelado em demasia por ineficiência dos
dispositivos de descongelação ou por falta de funciona
mento dos ventiladores. |
11.1-Verificar
a eficiência dos dispositivos de descongelação,o
temporizador é o termostato de térmico degelo. Verificar
também o funcionamento dos ventiladores. |
| 11.2-
Carga de refrigerante insuficiente. |
11.2-
Complementar a carga da unidade referindo-se as indicações
do indicador de passagem de liquido. Se este não estiver
instalado, o mesmo tipo de levantamento pode ser efetuado
utilizando um indicador de passagem de ultra-som,
temporariamente aplicado no início da linha de liquido. |
| 11.3-
Entupimento da linha de liquido ou do capilar. |
11.3-Verificar
a eficiência de todos os componentes montados na linha de
liquido e especialmente do filtro desidratador . Se este
estiver parcialmente entupido sua conexão de saída
resultara mais fria do
que a conexão da entrada. Verificar também a posição das
hastes de comando dos registros. Um entupimento pode também
ser causado por uma junção
imperfeita (excesso de liga de brassagem no interior
da junção). O entupimento do capilar em geral é provocado
pela unidade ou pelas impurezas presentes no circuito.
Desligar o filtro desidratador, expurgar o capilar com bomba
de alta pressão, instalar um filtro de três vias novo,
efetuar o esvaziamento e a carga. |
| 11.4-Válvula
de expansão muito fechada (superaquecimento excessivo). |
11.4-
Calibrar novamente a válvula de forma que o
superaquecimento fique entre 4 e 8 ºC. |
| 11.5-
Válvula de expansão da pressão de sucção descalibrada. |
11.5-
Aplicar um vacuômetro jusante da válvula e calibra-la a
uma pressão um pouco superior a pressão normal de evaporação. |
| 11.6-
Perda excessiva de carga da linha de sucção |
11.6-
Levantar a queda de pressão por meio de filtros
(regeneradores, mecânicos etc.) e verificar a posição das
hastes de comando dos registros. |
| 11.7-
O fluido contido no elemento termostático da válvula de
expansão MOP se condensou no fole (ou na parte superior da
membrana) no lugar do bulbo. |
11.7-
Aquecer levemente a parte superior da válvula de expansão
em relação ao corpo cilíndrico que contém o fole (ou em
correspondência do lado superior da membrana). |
| 11.8-
O elemento termostático da válvula de expansão esta
descarregado. |
11.8-
Substituir o elemento termostático (conjunto
bulbo-capilar-membrana) ou substituir integralmente a válvula,
caso a construção da válvula não permita a substituição
dos componentes.
Nota: A queda de pressão através dos filtros (Dp) pode ser
quantificada aplicando um manômetro na entrada e outro na
saída do filtro.
|
| 11.9-Válvula
de expansão de potência insuficiente. |
11.9-Substituir
a válvula com outra de potência adequada aquela do
evaporador. |